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ASSESSMENT
O Assessment tem como objetivo avaliar executivos de forma isenta e estruturada com base num propósito organizacional claro. Ele gera informação sobre competências individuais, desempenho e pontos fortes e fracos da pessoa avaliada em relação ao perfil de determinada posição. Essas informações dão apoio à tomada de decisões em projetos de carreira e sucessão, desenvolvimento, reestruturação organizacional, movimentação interna e identificação de talentos para posições abertas. O processo engloba: Diagnóstico: entendimento sobre a necessidade do cliente e o propósito do trabalho. Definição do perfil da posição referência. Conhecimento prévio dos profissionais a serem avaliados Assessment incluindo entrevista pessoal e teste de perfil comportamental. Apresentação dos resultados
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A Ascend e os Candidatos
Os profissionais que participam dos nossos processos são constantemente informados a respeito da sua evolução no projeto. Ao final, são comunicados sobre a decisão da empresa.
Nosso Objeto de Trabalho
Trabalhamos com pessoas que constroem o futuro de organizações, seja contratando-as ou desenvolvendo-as.
Servir com Resultados
Nosso prazer está em servir nossos clientes de forma diferenciada até chegar ao melhor resultado.

Artigos

Nosso Prazo de Validade
Envelhecimento da População do Brasil deve se Acelerar, aponta IBGE”, título de artigo do Jornal Valor Econômico de 2 de dezembro de 2016.  No mesmo jornal, já em 2 de janeiro de 2017, a manchete diz: “Brasil tem ritmo recorde de envelhecimento.Raro passar um dia sem que os temas envelhecimento da população brasileira, aumento da longevidade, reforma da previdência social venham à baila. Segundo dados do IBGE, em 2030 teremos mais pessoas de 60 anos ou mais que crianças de até 14 anos. Em 2055,  a participação de idosos na população total do país será maior que a de crianças e jovens com até 29 anos. Seremos um país de idosos logo mais e a mudança do perfil populacional trará consequências para o mercado de trabalho.   Com longevidade incrementada pelos recursos da medicina,  num país em que poucos terão uma previdência complementar, as pessoas optarão por se manter ativas no mercado de trabalho e gerar renda por mais tempo.  Do lado das pessoas é mister pensar o longo prazo, evitar a obsolescência, desenvolver novas competências, ter o que oferecer ao mercado e ser flexível para aceitar modelos de remuneração diversos.    Do lado das empresas o conceito de diversidade urge incluir também nosso prazo de validade. Afinal, quem dita quando ele vence? Com sorte, eu e você faremos parte das estatísticas de envelhecimento da população. Poderemos até buscar oportunidades de trabalho mais adiante.  Preparados e dispostos para isso, porque não?     Andréa de Paula SantosSócia da Ascend RH
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Trabalhar à distância faria sua vida melhor?
A tendência inicial talvez seja responder sim a esta pergunta. Mas o fato é que para usufruir dos possíveis benefícios do teletrabalho (p.ex.: redução de custo, melhor qualidade de vida, melhor uso do tempo), trabalhador e empresa precisam administrar os riscos do modelo. O trabalhador terá que lidar, por exemplo, com a responsabilidade da autonomia, com o isolamento, com a disciplina para bom uso do tempo. Já a empresa, com a necessidade de possuir  sistemas de comunicação e infraestrutura que garantam o modelo, leis trabalhistas, o preparo dos seus líderes para exercer supervisão remota, o risco de isolamento dos trabalhadores, questões de higiene e segurança do trabalho, para citar algumas variáveis. A Ascend abordou o tema com 127 profissionais. Seguem os resultados: 80% dos profissionais afirmaram que sua qualidade de vida seria melhor se a empresa oferecesse a opção do teletrabalho. Apenas 5% disseram que sua qualidade de vida não melhoraria. 13% responderam talvez. Os demais não souberam responder. 70% dos profissionais afirmaram que o teletrabalho aumentaria seu grau de satisfação com a empresa. 11% disseram que sua satisfação não mudaria com o modelo. 16% disseram talvez. Os demais disseram não saber. Quanto ao tempo de deslocamento de casa até o trabalho: apenas 23% dos respondentes disseram levar menos de 30 minutos; 35%,  entre 30 e 60 minutos; 42%, mais de 1 hora. Quanto a faltar ao trabalho para resolver questões pessoais, apenas 8% dos profissionais afirmaram nunca fazê-lo. Dos restantes 92%: 23% faltam 4 vezes ou mais vezes ao ano; 20% faltam 3 vezes ao ano; 26%, 2 vezes ao ano; 23%, 1 vez ao ano. 52% dos profissionais afirmam que a implementação do teletrabalho reduziria o absenteísmo na empresa. 11% disseram que não. 34% disseram talvez. O restante, disse não saber se haveria diminuição do absenteísmo. Quanto ao tempo que os profissionais perdem no local de trabalho em virtude de interrupções (telefone, pessoas, reuniões, outros), 39% afirmaram perder mais de 90 minutos por dia. 31%, entre 60 e 90 minutos por dia. 24%, entre 30 e 60 minutos. Apenas 6% afirmaram perder menos de 30 minutos por dia. Quanto ao teletrabalho contribuir para maior produtividade na organização, 55% dos profissionais acreditam que a produtividade seria aumentada. 8% responderam que não e 35%, talvez. Os demais disseram não saber. Sobre redução de custos fixos (aluguel, manutenção, luz, água, viagens, transporte, etc.) para a empresa: 70% dos profissionais afirmaram que suas empresas conseguiriam reduzir custos. 12% acreditam que os custos não seriam reduzidos. 17% responderam talvez. Os demais não souberam responder. Com relação ao teletrabalho poder ser aplicado a todas as áreas da empresa, 46% responderam não;  30%, sim; 24%, talvez. Ascend RH
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